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Grávidas têm direito a R$ 6.428 pelo INSS
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Salário-maternidade 2026: Quem tem direito, valores atualizados e regras de carência
O salário-maternidade é um benefício previdenciário garantido a trabalhadoras que se afastam por motivo de parto, adoção, guarda judicial ou aborto não criminoso.
E em 2026, os valores foram atualizados seguindo o reajuste do salário mínimo e do teto do INSS.
O piso do benefício passa a ser de R$ 1.621,00, enquanto o teto chega a R$ 8.475,55, variando conforme a categoria de cada segurada.
Para as trabalhadoras com carteira assinada (CLT), o valor corresponde ao salário integral, pago diretamente pela empresa.
Já empregadas domésticas recebem com base no último salário de contribuição.
MEI, facultativas e desempregadas dentro do período de graça do INSS geralmente recebem 1 salário mínimo, enquanto contribuintes individuais têm o valor calculado pela média das últimas contribuições.
Em relação à carência, CLTs, domésticas e avulsas estão isentas — basta estar trabalhando na data do afastamento.
Contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais precisam de ao menos 10 meses de contribuição para ter direito ao benefício.
Como solicitar o salário-maternidade em 2026: Passo a passo pelo INSS ou pela empresa
O caminho para solicitar o benefício depende do vínculo de trabalho da segurada.
Quem tem carteira assinada deve protocolar o pedido diretamente no RH da empresa, que fica responsável pelo pagamento e pelo reembolso junto ao INSS.
Para as demais categorias — MEI, autônomas, desempregadas e facultativas —, a solicitação deve ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
Os documentos exigidos são simples: CPF e Certidão de Nascimento do bebê. Caso o afastamento ocorra antes do parto, um atestado médico já é suficiente para dar início ao processo.
Vale lembrar que o benefício pode ser solicitado em até 5 anos após o nascimento, mas o recomendado é realizar o pedido logo após o evento para garantir o suporte financeiro sem atrasos.
A duração padrão do benefício é de 120 dias nos casos de parto, adoção ou guarda judicial.
Em situações de aborto não criminoso, o afastamento é de 14 dias.
Organize a documentação com antecedência e, em caso de dúvidas, o canal 135 do INSS oferece atendimento gratuito para orientar em cada etapa do processo.
O que você recebe?
Renda durante o afastamento
O salário-maternidade substitui a remuneração por um período (em geral, 120 dias), ajudando a manter o básico em dia enquanto você se recupera e se adapta à nova rotina.
Proteção do vínculo e do tempo de cuidado
Ao formalizar o afastamento, você registra o período de licença de forma correta (pela empresa, no caso de CLT, ou pelo INSS nas demais categorias), reduzindo risco de dúvidas sobre faltas e datas.
Regularidade e previsibilidade no orçamento.
Com um valor calculado pelas regras da sua categoria (respeitando piso e teto), fica mais fácil organizar contas, compras do bebê e despesas médicas sem depender de soluções improvisadas.
Apoio também em adoção e guarda para adoção
O benefício não se limita ao parto: ele pode ser concedido em adoção/guarda para adoção, garantindo um período de adaptação e cuidado com a criança com suporte de renda.
Perguntas frequentes
Qual é o valor mínimo do salário-maternidade em 2026?
Em 2026, o piso acompanha o salário mínimo, que está em R$ 1.621,00.
Qual é o teto do INSS em 2026 e como isso afeta o benefício?
O teto do INSS em 2026 é R$ 8.475,55 e funciona como limite máximo para benefícios e bases de cálculo dentro das regras aplicáveis.
Como solicitar o salário-maternidade pelo Meu INSS?
Em geral, você acessa o Meu INSS, busca o serviço de salário-maternidade, preenche os dados e anexa documentos como CPF e certidão/atestado, acompanhando o status depois.
Aviso: Este conteúdo tem caráter meramente informativo e não constitui aconselhamento jurídico ou financeiro.
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